estudar na terceira idade

Continuar a estudar na terceira idade tem impacto positivo na saúde

De acordo com o estudo do investigador português Ricardo Pocinho concluiu que os alunos da terceira idade mostram mais satisfação com a vida e menos sinais de depressão e ansiedade.

O investigador português Ricardo Pocinho concluiu, na sua tese de doutoramento, que as universidades seniores têm um impacto positivo na saúde dos seus estudantes, de acordo com o noticiado pelo jornal Público. Portugal terá cerca de 50 mil pessoas a estudar na terceira idade e, de acordo com os resultados do estudo levado a cabo pelo docente, estas apresentam altos índices de satisfação com a vida, baixos sentimentos de solidão e não apresentam sintomas de depressão ou ansiedade. Ricardo Pocinho, em funções no Politécnico de Coimbra, lecionou em universidades seniores e tem-se dedicado às questões relacionadas com o envelhecimento. Na investigação, aplicou quatro instrumentos de avaliação de saúde junto de quem continua a estudar na terceira idade em universidades seniores: escala de satisfação com a vida, escala de solidão, escala de depressão geriátrica e inventário de ansiedade geriátrica. Todos os resultados, apurou o estudo, foram positivos.