IPSS, lar residencial, demência., Castelo Branco

Vida depois da infeção por Covid-19

E depois de termos sido infetados com Covid-19, como fica a nossa saúde? Esta é uma pergunta que mais incomoda atualmente, sobretudo por não conseguirmos ainda ter todas as respostas à mesma. Mas já sabemos que é uma vitória, que merece ser celebrada, recuperar da doença é um sopro de esperança. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças Americano estima que 1 em 3 doentes infetados pode desenvolver algum problema crónico decorrente do coronavírus.

E depois de termos sido infetados com Covid-19, como fica a nossa saúde? Esta é uma pergunta que mais incomoda atualmente, sobretudo por não conseguirmos ainda ter todas as respostas à mesma. Mas já sabemos que é uma vitória, que merece ser celebrada, recuperar da doença é um sopro de esperança. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças Americano estima que 1 em 3 doentes infetados pode desenvolver algum problema crónico decorrente do coronavírus.

Alguns estudos já mostraram que quanto mais avançada é a idade e debilitado o organismo, maior a propensão a sequelas de infeção pelo coronavírus e maior o risco de desenvolver o síndrome pós-Covid. Os maiores impactos é nas funções respiratórias e motoras, mas como podemos estar muito tempo internados, pode surgir a fibrose muscular que geralmente vem também com alguma dificuldade em respirar e mexer, e até mesmo com insuficiência cardíaca. Há muitos relatos de doentes com fadiga crónica, falta de ar, dores de cabeça, dores musculares, queda de cabelo, perda de paladar e olfato (temporária ou duradoura), dor no peito, problemas respiratórias, tonturas, tromboses, palpitações, depressão e ansiedade, dificuldades na linguagem e raciocínio e algumas mazelas na saúde mental agravadas com o medo da doença e a necessidade de isolamento social.

Para os internados, que tendem a sofrer uma perda muscular significativa surgem desafios maiores, porque há uma diminuição da massa magra que afeta a mobilidade e reduz o retorno do sangue dos membros inferiores para o coração. Isto potencia o cansaço e eleva a probabilidade de trombose, entre outras coisas.

Mas há alguma forma de reverter esta solução? Claro que sim! O mais importante é a reabilitação e o otimismo, como a reabilitação respiratória que otimiza o prognóstico do doente e preserva a sua capacidade funcional, melhorando a sua qualidade de vida. Não esquecer que com a vacinação e algumas medidas de reabilitação já a ser implementadas, podemos manter a esperança de vida e de uma boa qualidade de vida, e que a pandemia irá terminar com um final feliz.