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Coimbra quer reduzir impacto da hipertensão, obesidade e diabetes

O Município de Coimbra vai procurar reduzir o impacto da hipertensão, obesidade e diabetes nos seus residentes, já que são as principais causas de morbilidade no concelho segundo o Perfil Municipal de Saúde.

O Município de Coimbra vai procurar reduzir o impacto da hipertensão, obesidade e diabetes nos seus residentes, já que são as principais causas de morbilidade no concelho segundo o Perfil Municipal de Saúde. “A saúde deve e tem de ser uma prioridade de todos, pelo que assumimos o desafio de colocar a saúde no centro de todas as políticas autárquicas, tornando a nossa bela e encantada cidade mais inclusiva e saudável, para que possa ser fruída e usufruída pelos jovens de todas as idades“, declarou o Presidente da Câmara.

O Perfil Municipal da Saúde, referente à primeira fase da Estratégia Municipal de Saúde, cujo trabalho se iniciou em março de 2020, um trabalho feito entre o município e uma equipa de investigação contratada do Centro de Estudos de Geografia e Ordenamento do Território (CEGOT) da Universidade de Coimbra. A equipa responsável vai trabalhar nas ações específicas e medidas a implementar para concluir o plano estratégico de ação. O objetivo da Estratégia Municipal de Saúde “é aumentar a esperança de vida, incentivar a qualidade de vida e continuar a desenvolver as políticas que permitiram, por exemplo, que Coimbra seja um dos municípios do país onde a taxa de mortalidade infantil mais reduziu no país e na Europa.”

No diagnóstico efetuado, o cancro do reto e do canal anal surge como a principal causa de morte no concelho de Coimbra. Os homens são os mais afetados pela hipertensão, obesidade e diabetes, mas, na depressão, as mulheres apresentam uma taxa de doença superior ao dobro relativamente aos homens.

Relativamente aos dados sobre a qualidade de vida da população de Coimbra, o Perfil Municipal de Saúde regista uma formação superior dos seus habitantes (superior ao dobro da médica nacional), uma taxa de desemprego abaixo da médica nacional (4,4% em 2019) e salário médio mensal superior ao da área da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra.