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Covid-19: Profissionais do Centro Hospitalar Lisboa Central homenageados em exposição

Os “tempos difíceis” de pandemia vividos pelos profissionais do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC) estão retratados numa exposição fotográfica que será inaugurada esta quarta-feira, 23 de dezembro

Os “tempos difíceis” de pandemia vividos pelos profissionais do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central (CHULC) estão retratados numa exposição fotográfica que será inaugurada esta quarta-feira, 23 de dezembro, e que é uma homenagem a todos os trabalhadores, anunciou a instituição.

Os nossos Profissionais são o nosso Rosto” é o tema da exposição composta por seis conjuntos de cinco fotografias selecionadas entre as centenas de imagens obtidas no CHULC durante o mês de maio de 2020 pela lente do fotógrafo Rodrigo Cabrita.

Esta exposição é uma homenagem a todos os que trabalham no Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central nestes tempos extremamente difíceis que nós enfrentamos de pandemia” e “é fruto do envolvimento de todas as áreas, das instalações e equipamentos às pessoas que trabalham na prestação direta de cuidados”, disse à agência Lusa a presidente do Conselho de Administração do CHULC, Rosa Valente de Matos.

As 30 fotografias que são parte de um trabalho que integra a “Memória da Covid-19” vão passar, até ao início de fevereiro, pelos seis hospitais que integram o CHULC (S. José, Capuchos, Curry Cabral, Santa Marta, D. Estefânia e Maternidade Alfredo da Costa).

“É um projeto que pretende documentar e divulgar a assistência prestada a todos aqueles que procuraram o nosso centro hospitalar, portanto envolve, efetivamente, os nossos utentes, mas envolve, essencialmente, os nossos profissionais. Portanto, é uma exposição de profissionais para profissionais”, adiantou Rosa Valente de Matos.

O fotógrafo Rodrigo Cabrita recordou, em declarações à Lusa, como começou este trabalho que deu origem a esta exposição:

“Eu sou ‘freelancer’ e na altura propus-me fazer um trabalho sem ter grande perspetiva de publicação”, disse, contando que o que pretendia era ter um registo deste “tempo tão novo, diferente e mau” no seu acervo e deixar a sua marca.

Contactou o Conselho de Administração do CHULC que deu o parecer favorável para juntos fazerem o projeto “Memória Covid”, que tinha também como finalidade “o hospital ficar com um acervo sobre a adaptação dos seis hospitais” para memória futura e os suportes onde poderiam ser vistos.

Para Rodrigo Cabrita, esta exposição homenageia não só os profissionais de saúde da “linha da frente”, mas também aqueles que “não são da linha da frente, que não se veem, mas que dão outro tipo de conforto”.

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