António Lacerda Sales

“Idosos serão uma prioridade neste primeiro período de vacinação”, garante secretário de Estado da Saúde

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, clarificou a notícia do dia: a possibilidade de todos os maiores de 75 anos sem doenças graves não terem acesso prioritário às vacinas contra a Covid-19.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, clarificou a notícia do dia: a possibilidade de todos os maiores de 75 anos sem doenças graves não terem acesso prioritário às vacinas contra a Covid-19. O esclarecimento foi feito à margem da visita à Base Aérea Nº 11 de Beja, uma das estruturas de retaguarda para doentes com Covid-19 e ao Hospital Dr. José Joaquim Fernandes.

Começando por afirmar que “o Governo não comenta documentos internos, que não são versões finais”, Lacerda Sales explicou que “esta é uma matéria em que há diferentes peritos com diferentes propostas”.

Concretamente em relação à proposta da DGS, o governante assegurou que inclui todos os idosos de lares sem limite de idade“, bem como os “profissionais desses locais“, “profissionais de saúde, das forças de segurança e os idosos com comorbilidades severas“, mas, vincou, a proposta ainda não foi analisada pelo Ministério da Saúde e, a seu tempo, com ponderação e serenidade, tomaremos uma decisão política“.

Ainda assim, e tal como já tinha feito o primeiro-ministro António Costa na manhã desta sexta-feira, 27 de novembro, o secretário de Estado afirmou que as “faixas mais vulneráveis sempre foram uma prioridade para este Governo“, lembrando, a título de exemplo, o “trabalho feito em lares” durante a pandemia. Pelo que, prosseguiu, “não será agora que a idade será um limite para vacinação. Para este Governo não há nenhuma limitação da idade“, rematou.

Lacerda Sales disse ainda que o “ruído não faz bem a ninguém“, salientando que aquilo que “o objetivo é ter a maior cobertura possível” é haver “doses para vacinar e para termos a maior cobertura possível”.

Mas, sublinhou, este processo de vacinação contra a Covid-19 “está a ser conjugado com todos os países da UE”, no que diz respeito ao armazenamento, estratégia de vacinação, armazenamento, distribuição e administração das vacinas.

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