Doenças Oncológicas

Diretor do Programa Doenças Oncológicas quer entreajuda hospitalar nos doentes não Covid

O diretor do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas defende uma maior coordenação entre hospitais para dar resposta aos doentes não covid.

O diretor do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas defende uma maior coordenação entre hospitais para dar resposta aos doentes não covid, lembrando que a pandemia pode ter efeitos devastadores na mortalidade destes doentes.

É importante que a rede de cuidados seja reconfigurada e que as estruturas se adaptem aos momentos que vivemos”, afirmou José Dinis, lembrando que, neste momento, há unidades que não estão tão sobrecarregadas com doentes covid e que podem ajudar na assistência aos outros doentes.

O responsável diz que a capacidade do Serviço Nacional de Saúde está longe de esgotar a resposta, que a pressão não é igual em todas as unidades e que os menos ‘stressados’ devem ajudar os outros a dar resposta aos doentes não covid, tal como acontece com os utentes covid, dando o exemplo dos doentes transferidos para do Norte para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

O SNS está longe de esgotar a sua capacidade, mas é preciso passar esta potencial capacidade para o terreno e ver se é possível. Não sendo possível, (…) em tempo de emergência deixa de haver privados e Estado e somos todos saúde e os cuidados têm de ser prestados”, afirmou.

Se há hospitais em stress por causa da resposta covid e têm doentes oncológicos em atraso, (…) contactem os centros de referência dentro do SNS”, disse o responsável, dando o exemplo do IPO do Porto: “Não podemos dizer que estejamos sob stress. Mas é importante que haja separação do doente covid e não covid”.

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