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Reforçar papel da UE na saúde global

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deve ser alvo de uma reforma substancial que leve ao reforço do seu poder internacional na sequência da pandemia de Covid-19.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) deve ser alvo de uma reforma substancial que leve ao reforço do seu poder internacional na sequência da pandemia de Covid-19, defendeu esta segunda-feira, 26 de outubro, a Ministra da Saúde, Marta Temido.

A Covid-19 pôs o mundo em teste, agora é altura de avançar para uma reforma substancial da OMS e os aspetos financeiros e políticos são importantes. É tempo de a OMS ganhar mais poder e tornar-se numa organização que responda às necessidades de um mundo global, mas isso depende de todos os países”, disse a governante, na participação por videoconferência na palestra “Reforçar o papel da União Europeia na saúde global”, na Cimeira Mundial de Saúde, a decorrer em Berlim.

Segundo Marta Temido, é fundamental a existência de uma “perspetiva comum” para o futuro no espaço da União Europeia (UE), relevando ainda a importância de aprender com a pandemia e que “há espaço a nível global” para que os países possam estar mais preparados para lidar com futuras crises sanitárias internacionais.

Assim que a crise pandémica termine, a OMS não poderá sofrer uma redução na sua capacidade para agir”, notou, sublinhando: “a UE e os Estados-membros podem e devem ter um papel ativo no contexto desta reforma para uma ação mais abrangente da OMS, nomeadamente em defesa da saúde como um direito humano, apoiando a solidariedade global e um modelo de governação assente no multilateralismo”.

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