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Adiamento de diagnósticos do cancro digestivo irá elevar mortalidade – Europacolon

A associação Europacolon alertou para as consequências da paralisação dos rastreios de base populacional e dos milhares de diagnósticos de doenças oncológicas que ficaram por fazer devido à pandemia de Covid-19.

A associação Europacolon alertou hoje, 9 de setembro, para as consequências da paralisação dos rastreios de base populacional e dos milhares de diagnósticos de doenças oncológicas que ficaram por fazer devido à pandemia de Covid-19, que se traduzirão num aumento da mortalidade.

Segundo o presidente da Europacolon Portugal – Associação de Apoio ao Doente com Cancro Digestivo, Vítor Neves, foram adiadas, desde março, mais de quatro milhões de consultas em centros de saúde, um milhão de consultas das várias especialidades médicas e mais de 100 mil cirurgias. 

Como resultado, os 50 mil diagnósticos anuais de doenças oncológicas não se concretizaram na sua plenitude.

Os cerca de 4800 novos diagnósticos novos que se realizavam todos os meses “pararam desde março, porque não houve a partir daí atitudes consistentes de consultas nos centros de saúde a tempo e horas” e os doentes não estão a ser referenciados para as consultas de especialidade, disse Vítor Neves à agência Lusa.

Vítor Neves também manifestou preocupação com a paralisação dos rastreios de base populacional, nomeadamente do cancro do intestino, que foram lançados no final de 2016.

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