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Mel. Os (muitos) benefícios nutricionais que já foram comprovados cientificamente

Protege a saúde cardiovascular, combate o colesterol e fornece cálcio, fósforo, sódio, potássio, magnésio e ferro ao organismo. Um estudo internacional garante que o escocês é o mais saudável mas o português não se lhe fica nada atrás.

Que o mel é um atentado à resistência do pecado da gula, já se sabe. Mas que já foi um poderoso medicamento natural para despertar avassaladoras paixões, é um dado que muitos desconheciam.

Depois da lenda, o cientificamente comprovado. É um dos alimentos mais ricos, a nível nutricional, do mundo. O útil e o agradável unidos no mesmo frasco. Saudável e bom. O mel é um produto natural, utilizado desde tempos imemoriais pelas suas propriedades curativas, digestivas e energéticas. Muito se deve ao facto de ser elaborado a partir do néctar de inúmeras flores, combinando propriedades benéficas encontradas nas mais diferentes espécies vegetais.

O mais escuro é o melhor

De acordo com a sua origem floral e regional, este alimento pode variar de tonalidade, de densidade e até de sabor. Em relação à cor, quanto mais escuro for o mel, mais sais minerais contém na sua composição, confirmaram os cientistas que o estudaram ao longo dos últimos séculos. Na hora de o adquirir, a não ser que tenha uma preferência pelo mais claro, deve optar por este. Independentemente da cor, quando ingerido, é de imediato assimilado pelo organismo.

A glicose e a frutose passam diretamente para o sangue, sem que o corpo humano precise de exercer qualquer transformação. Para além destes compostos, contém ainda substâncias importantes e indispensáveis ao organismo como cálcio e fósforo, necessários para a formação e manutenção de dentes saudáveis, assim como sódio, potássio, magnésio e ferro. Seja qual for o tipo, o mel deve ser mantido num frasco de vidro bem fechado, num local seco e fresco.

Um quilo de mel equivale a três quilos de peixe

São surpreendentes os valores vitamínicos do mel apontados pelos cientistas ao longo das últimas décadas. Um quilo deste alimento é equivalente a 50 ovos, a 25 bananas, a seis litros de leite, a três quilos de peixe, a cinco quilos de maçãs, a 40 laranjas, a 900 gramas de cenoura ou ainda cinco quilos de ervilhas. Ficou convencido? E se lhe dissermos que este alimento, um medicamento natural, protege a saúde cardiovascular e também combate o colesterol.

É especialmente recomendado para quem sofre de anemia, de broncopneumonia, de asma, de bronquite, de gripe, de rouquidão, de tosse e até de deficiências cardíacas. O poder bactericida do mel, também está aliado às suas virtudes laxativas, melhorando significativamente o trânsito intestinal. Ao mesmo tempo, é apontado, por especialistas nacionais e internacionais, como um excelente tonificante dos músculos, dos tecidos cutâneos, dos nervos e de vários órgãos.

O poder curativo do mel

Todos os que ingerem este alimento com alguma frequência podem beneficiar de uma resistência acrescida a doenças infecciosas, asseguram cientistas. Em 2008, comparando-o com a sacarose, o açúcar extraído da cana-do-açúcar ou da beterraba, os autores de um estudo científico identificaram efeitos positivos do mel no equilíbrio da glicose, do colesterol e do triacilglicerol, os triglicerídeos formados pela união de três ácidos gordos da cadeia lateral de glicerol.

Ainda que o escocês possa ser (ainda) mais saudável, o português não se lhe fica nada atrás. Rico em antioxidantes, substâncias que contribuem para uma redução da pressão sanguínea, é menos prejudicial para os diabéticos do que o açúcar, garantem ainda os cientistas. Uma revisão de 26 estudos com uma amostra de 3011 voluntários, levada a cabo em 2015, produziu um relatório que atesta as capacidades regeneradoras e curativas do mel no tratamento de feridas.

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