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INSA sugere utilização de sal iodado em tempos de confinamento

A carência de iodo é uma das principais causas das doenças mentais evitáveis, demonstra a evidência científica.

A carência de iodo é uma das principais causas das doenças mentais evitáveis, demonstra a evidência científica. Em Portugal, o Departamento de Alimentação e Nutrição do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) tem efetuado diversos estudos sobre a ocorrência de iodo nos alimentos portugueses. 

O pescado consumido é uma boa fonte de iodo, enquanto os laticínios e as refeições compostas à base de peixe contribuem para assegurar uma percentagem relevante da dose diária de iodo. Assim, num período de baixo consumo de peixe e marisco fresco, como o que vivemos atualmente devido à pandemia por covid-19, a utilização ou substituição de sal comum por iodado é considerada uma boa prática.  Também no período de confinamento, as refeições das crianças em idade escolar devem ser temperadas com sal iodado, uma vez que é este o ingrediente sal comestível utilizado nas refeições servidas nas escolas.

De acordo com alguns destes estudos efetuados por este departamento, quando calculadas as contribuições de determinados alimentos para as doses diárias recomendadas de iodo e selénio, estima-se que uma porção de bacalhau pode contribuir com 48% da Dose Diária Recomendada (DDR) de iodo e 100% de selénio, enquanto três porções de laticínios podem suprimir até 48% da DDR de Iodo.

Assim para a população saudável que consuma alimentos com teores variáveis em iodo como os hortícolas, ou alimentos pobres em iodo como as massas e o arroz, é recomendável a confeção com sal iodado.

Acresce que o iodo é de uma importância crucial no desenvolvimento cognitivo e por isso muito importante na alimentação de grávidas e de lactantes.

Para saber mais, consulte: INSA > Notícias

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