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DGS: Ser idoso e ter doenças “não é fatalidade”

A Diretora-Geral de Saúde afirmou no passado sábado, dia 18 de abril, que “não é uma fatalidade ser idoso, ter doenças” e covid-19, notando que Portugal contabiliza na taxa de mortalidade da pandemia todos os casos de infetados que faleceram, mesmo tendo outras patologias.

A Diretora-Geral de Saúde afirmou no passado sábado, dia 18 de abril, que “não é uma fatalidade ser idoso, ter doenças” e covid-19, notando que Portugal contabiliza na taxa de mortalidade da pandemia todos os casos de infetados que faleceram, mesmo tendo outras patologias.

Não é uma fatalidade ser idoso, ter doenças e covid-19. Mesmo entre os idosos, a taxa de mortalidade é relativamente baixa”, afirmou Graça Freitas na conferência de imprensa diária de balanço sobre a pandemia.

A responsável explicou que, em Portugal, a morte de todos os infetados por covid-19 integra a taxa de mortalidade por infeção, mesmo que a “causa básica da morte” seja uma outra doença.

Em alguém que esteja muito mal, com uma doença neoplásica [uma forma de cancro], mesmo que venha a falecer por causa dessa doença, se estiver infetada por covid contabilizamos como morte por covid. Não estamos a considerar a causa básica da morte”, explicou Graça Freitas.

A responsável da Direção-Geral da Saúde observou ainda que “tem havido crescimento” da taxa de mortalidade por covid-19 mas “desde o início de abril o crescimento diário é estável”.

Quanto à média de idades dos mortos por covid, “no país inteiro” é de 81,4 anos.

Mas esta média é superior na região Centro, onde é de 83,5 anos”, afirmou.

Graça Freitas referiu ainda que “a maior parte dos óbitos ocorre em hospitais” e que “não se verifica diferença” de mortalidade entre sexos.

A responsável referiu ainda que, muitos dos mortos, além da idade avançada, tinham várias patologias” associadas, “nomeadamente três, quatro ou até mais”.

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