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Médicos do Mundo desenvolvem projeto ‘Terceira (C)Idade’

A Associação Médicos do Mundo desenvolveu o Projeto Terceira (C)Idade – na cidade do Porto – com o intuito de contribuir para a permanência dos seniores no seu ambiente familiar, através da criação de domicílios funcionais.

A Associação Médicos do Mundo desenvolveu o Projeto Terceira (C)Idade – na cidade do Porto – com o intuito de contribuir para a permanência dos seniores no seu ambiente familiar, através da criação de domicílios funcionais.

O projeto destina-se a pessoas residentes no concelho do Porto com idade igual ou superior a 65 anos de idade, de ambos os géneros, em situação de isolamento e/ou vulnerabilidade social, com ou sem diagnóstico de patologia; e pessoas com idade inferior a 65 anos, desde que comprovada situação de incapacidade.

A iniciativa tem como objetivo principal contribuir para a fidelização dos seniores ao SNS e a sua permanência em ambiente familiar, através da promoção/manutenção da funcionalidade do domicílio.

A saúde das pessoas é influenciada pelas condições de habitabilidade e acessibilidades: a falta de segurança e de relações pode desenvolver fobias e medos; espaços interiores da habitação sem conforto e privacidade podem dar origem a problemas do foro psicológico; a deficiente funcionalidade dos espaços interiores pode contribuir também para a não confeção de refeições saudáveis que, associada a uma consequente redução de mobilidade, pode levar a sérios problemas de obesidade e, consequentemente, cardiovasculares”, lê-se no comunicado da Associação.

Decorrente do trabalho de terreno, constatamos que a realidade da cidade do Porto é idêntica a outras regiões do país e que as estruturas da rede social, nomeadamente, lares, centros de dia e serviços de apoio domiciliários para além de sobrelotados, não constituem respostas suficientes face aos diagnósticos, pelo que se torna fundamental a intervenção comunitária”, referem ainda os Médicos do Mundo.

A Associação Médicos do Mundo é uma Organização Não-Governamental de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa. O trabalho assenta no direito fundamental de todos os seres humanos terem acesso a cuidados de saúde, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas.

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