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Covid-19: Uso de máscara pela população deve dar prioridade aos de maior risco

A Diretora-Geral da Saúde alertou hoje, dia 20 de março, que o uso de máscaras pela população em geral, para proteção do novo coronavírus, deve ser parcimonioso e de acordo com o risco acrescido de algumas pessoas, como os imunodeprimidos.

A Diretora-Geral da Saúde alertou hoje, dia 20 de março, que o uso de máscaras pela população em geral, para proteção do novo coronavírus, deve ser parcimonioso e de acordo com o risco acrescido de algumas pessoas, como os imunodeprimidos.

O uso de máscaras deve ser parcimonioso e feito de acordo com o risco”, disse Graça Freitas, sublinhando que, numa situação em que não há material para todos, os grupos de risco devem ser privilegiados, dando o exemplo dos doentes imunodeprimidos (sistema imunitário frágil).

Não havendo material para todos devemos proteger os cuidadores informais, os profissionais de saúde e todos os que prestam serviço aos doentes infetados”, disse Graça Freitas.

A Diretora-Geral da Saúde admitiu ainda que não existem neste momento máscaras e luvas para todos e disse que, quando se chegar a uma situação em que haja equipamento para todos, a Direção-Geral da Saúde (DGS) pode desenhar um plano para ensinar a população a usar as máscaras.

Neste momento o importante é lembrar que a medida mais eficaz de todas é a distância de um metro a um metro e meio uns dos outros. Usando a máscara posso ter a falsa sensação de segurança e descontrair a este nível. Mais do que usar a máscara é essencial manter a distância de segurança uns dos outros”, acrescentou.

Em Portugal, DGS elevou hoje o número de vítimas mortais do Covid-19 para seis e o número de casos confirmados 1020, mais 235 do que na quinta-feira.

Dos casos confirmados, 894 estão a recuperar em casa e 126 estão internados, 26 dos quais em Unidades de Cuidados Intensivos (UCI).

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