Impactos do coronavírus. Agência Europeia admite “escassez” de medicamentos

Embora até ao momento as prateleiras continuem cheias, a agência admite que, “à medida que a emergência de saúde pública progride, escassez ou perturbações no fornecimento não podem ser excluídas”

Embora até ao momento as prateleiras continuem cheias, a agência admite que, à medida que a emergência de saúde pública progride, escassez ou perturbações no fornecimento não podem ser excluídas“.

O alerta da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) chega numa altura em que se somam milhares em perdas relacionados com os impactos do surto do novo coronavírus na economia mundial.

Entre outras medidas para evitar uma situação de rutura, a EMA aconselha as farmácias a contactar mais do que um fornecedor para assegurar o stock de medicamentos. Na nota divulgada mundialmente, diz que “é responsabilidade das empresas farmacêuticas assegurar a continuidade do fornecimento dos seus medicamentos“. Entre outrasmedidas de resiliência“, aconselha ainda as farmácias a aumentar os seus stocks para fazer face, por exemplo, ao cancelamento de entregas.

Nesse sentido, a EMA está a elencar diversos medicamentos para uso humano e também veterinário, cujo fornecimento poderá sofrer mais perturbações, tendo em conta que muitos dos ativos necessários à sua produção são oriundos da Ásia, pelo que é necessário acautelar os riscos associados às medidas de quarentena na China e outros países envolvidos no fornecimento de medicamentos para a Europa, encerramentos temporários de unidades de produção e restrições de viagens que possam afetar as remessas.

Fonte: https://www.wort.lu/pt

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