Bisturi inteligente pode detetar tumores em estágio inicial

Cientista mexicanos e europeus encontram-se a desenvolver um bisturi que pode detetar, mediante vibrações microscópicas, quando um tecido cerebral é saudável ou foi afetado por um tumor

Cientista mexicanos e europeus da Universidad Técnica de Monterrey, da Universidad de Hannover e da Universidad Libre de Bruselas encontram-se a desenvolver um bisturi que pode detetar, mediante vibrações microscópicas, quando um tecido cerebral é saudável ou foi afetado por um tumor. O dispositivo também pode orientar o neurocirurgião através de alertas que pode ver e ouvir durante uma operação.

Este dispositivo é tão preciso que pode ajudar a detectar tumores em um estágio inicial, quando a diferença entre tecido saudável e afetado é quase imperceptível ao sentido da visão e ao toque dos cirurgiões. Atualmente encontra-se em processo de patente e a aguardar pelo aval das autoridades médicas europeias para poder ser testado em humanos.